Ministro foi cobrado por ter defendido confronto com igrejas protestantes. Em encontro com a bancada evangélica, ele disse ter sido mal interpretado
Cobrado por suas declarações recentes sobre as igrejas protestantes, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, pediu desculpas à bancada evangélica nesta quarta-feira, em reunião na Câmara dos Deputados. Como era de se esperar, ele acusou a imprensa de distorcer suas palavras. Os parlamentares, entretanto, queriam mais: por iniciativa do deputado Anthony Garotinho (PSC-RJ), propuseram que o ministro assinasse um documento confirmando por escrito o desmentido. O petista não aceitou.
Um tempo depois de dizer que não teve o intento de afrontar a presidente Dilma Rousseff ao pronunciar que só deixava o cargo “a bala”, Carlos Lupi, Ministro do Trabalho, foi muito além do convencional, foi hilário, para não dizer ridículo, quando dirigiu pela imprensa, para todo o país, uma palavra de retratação dizendo: “Presidente Dilma, desculpe se fui agressivo, não foi a minha intenção: eu te amo”.


